Separei uma tarde pra olhar os números de um levantamento da Scanntech sobre o consumo de carne nos dias de jogo da Copa do Mundo 2026, e o resultado não me surpreendeu nada: 86% dos brasileiros associam futebol a churrasco. Quem já organizou uma reunião pra assistir jogo da Seleção sabe exatamente do que estou falando — não tem torcida sem carvão aceso.
O que os números mostram
A pesquisa projeta crescimento superior a 10% na demanda por proteínas justamente nos dias em que a Seleção entra em campo, com destaque especial pra carne suína, que deve ganhar espaço na mesa do brasileiro nesta Copa. Faz sentido: suíno costuma ter preço mais acessível que a bovina em boa parte do ano, o que ajuda a esticar o orçamento quando a reunião de churrasco é grande e o jogo é decisivo.
Por que a suína ganha espaço nessa Copa
O mercado de carnes em 2026 vem mostrando um comportamento interessante: enquanto a bovina segue com preço mais pressionado, a suína e o frango aparecem como opção pra quem quer economizar sem abrir mão do clima de churrasco. Na prática, isso significa que dá pra montar uma mesa boa combinando cortes suínos — costela, pernil, linguiça artesanal — com o de sempre, sem comprometer todo o orçamento do mês só por causa da Copa.
Pra quem organiza churrasco de torcida com grupo grande, essa é uma dica valiosa: misturar cortes de preços diferentes rende mais carne na mesa pelo mesmo dinheiro, e ninguém reclama quando o sabor está bom — suíno bem temperado e no ponto certo agrada tanto quanto qualquer corte nobre.
Minha recomendação pra quem vai organizar churrasco de jogo
Se você já sabe que vai ter gente em casa pros próximos jogos, vale planejar com antecedência: comprar carne suína alguns dias antes do jogo decisivo evita pagar mais caro em cima da hora, quando a procura dispara junto com a torcida. Costela suína marinada de véspera, por exemplo, rende um churrasco tão memorável quanto qualquer cupim — e custa bem menos pra alimentar todo mundo que vai torcer junto.